Clínica Dentoral tem um novo elemento: Dr. José Garcia

Clínica Dentoral tem um novo elemento: Dr. José Garcia – Higienista com prática exclusiva em Manutenção na área da Implantologia.

Após a colocação de Implantes Dentários, é imprescindível uma manutenção especializada de rotina, que permita ajudar o paciente a manter os seus implantes sem problemas.

Para isso, desde Março de 2018, a Dentoral conta na sua equipa o Dr. José Garcia, Higienista Oral de Licenciatura, que tem dedicado os seus 10 anos de prática clínica à Higiene oral, com especial incidência em Manutenção de Implantes Dentários.

Bem-vindo Dr. José Garcia.

Governo cria grupo de trabalho para definir teste

Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra, da Universidade de Lisboa e da Câmara Municipal de Lisboa acaba de ver publicado na revista científica International Journal of Paleonpathology o seu estudo que revela a descoberta de um teratoma na zona pélvica de uma mulher.

A descoberta foi feita durante as escavações no cemitério gótico do Largo do Carmo, em Lisboa, onde foi encontrado um esqueleto que possuía um tumor calcificado com cerca de 3,8 centímetros de comprimento e 4,3 centímetros de diâmetro e onde estão presentes cinco dentes malformados.

Sofia Wasterlain, investigadora da Universidade de Coimbra envolvida no estudo e ouvida pela Lusa, refere que a mulher onde foi encontrado o tumor deveria ter mais de 45 anos, não havendo “qualquer sinal que evidencia” que este tumor fosse maligno. De acordo com a investigação, o tumor deverá tratar-se de um teratoma de ovário, o primeiro caso alguma vez detetado em Portugal em escavações arqueológicas.

Para a investigadora, este tipo de descobertas são importantes e podem ajudar a completar “a história das doenças”.

“Há uma ideia generalizada de que o cancro ou os tumores são produto da nossa vida ocidental e, na verdade, acabamos por encontrar casos de há muitos séculos. É importante documentar estes casos”.

Investigação portuguesa descobre tumor com dentes

Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra, da Universidade de Lisboa e da Câmara Municipal de Lisboa acaba de ver publicado na revista científica International Journal of Paleonpathology o seu estudo que revela a descoberta de um teratoma na zona pélvica de uma mulher.

A descoberta foi feita durante as escavações no cemitério gótico do Largo do Carmo, em Lisboa, onde foi encontrado um esqueleto que possuía um tumor calcificado com cerca de 3,8 centímetros de comprimento e 4,3 centímetros de diâmetro e onde estão presentes cinco dentes malformados.

Sofia Wasterlain, investigadora da Universidade de Coimbra envolvida no estudo e ouvida pela Lusa, refere que a mulher onde foi encontrado o tumor deveria ter mais de 45 anos, não havendo “qualquer sinal que evidencia” que este tumor fosse maligno. De acordo com a investigação, o tumor deverá tratar-se de um teratoma de ovário, o primeiro caso alguma vez detetado em Portugal em escavações arqueológicas.

Para a investigadora, este tipo de descobertas são importantes e podem ajudar a completar “a história das doenças”.

“Há uma ideia generalizada de que o cancro ou os tumores são produto da nossa vida ocidental e, na verdade, acabamos por encontrar casos de há muitos séculos. É importante documentar estes casos”.

Investigadores do Porto descobrem como levar células cancerígenas a autodestruírem-se

Um grupo de investigadores da Cooperativa de Ensino Superior Politécnico Universitário (CESPU), do Porto, conseguiu descobrir uma nova forma de aumentar a resposta ao tratamento do cancro do pulmão. O estudo, que esteve dois anos em desenvolvimento, foi agora publicado na revista científica Cancer Letters, e mostra que através da inibição de uma proteína necessária para a divisão das células normais pode conseguir-se que as células cancerígenas se autodestruam.

De acordo com Hassan Bousbaa, um dos autores do estudo, “quando as células de linhas celulares de cancro do pulmão são impedidas de produzir a proteína ‘spindly’, estas passam a responder de forma mais eficiente ao paclitaxel [medicamento frequentemente utilizado em quimioterapia]”.

Ora o que o estudo agora publicado mostra é que a supressão da proteína ‘spindly’ atrasa a saída mitótica e leva à autodestruição das células cancerígenas, quando tratadas com esse medicamento.

A equipa de investigadores do Porto já realizou testes com células de cancro produzidas em laboratório e na próxima fase, que se deverá iniciar em 2018, deverão fazer-se testes com animais.

Governo cria grupo de trabalho para definir entrada dos dentistas no SNS

O Governo publicou na passada semana em Diário da República um despacho que estabelece a criação de um grupo de trabalho que terá como missão enquadrar a atividade dos médicos dentistas no Serviço Nacional de Saúde. Este grupo, que integrará várias entidades ligadas à saúde, nomeadamente um representante da Ordem dos Médicos Dentistas, terá que apresentar propostas num prazo de seis meses.

A decisão surge depois dos testes-piloto com médicos dentistas em centros de saúde, que acabou por culminar com a decisão de alargar as consultas de medicina dentária a 50 unidades de cuidados primários do país.

De acordo com o Ministério da Saúde, que agora anunciou a criação do grupo de trabalho para definir em que moldes é que os médicos dentistas serão integrados no SNS, é preciso enquadrar a entrada destes profissionais no sistema público.

No despacho agora publicado pode ler-se: “pretende-se estabelecer as bases técnico-científicas e jurídicas para a criação de algo inovador e que definitivamente consagre os médicos dentistas como profissionais de elevado valor no SNS, nomeadamente no âmbito das equipas de saúde familiar, nos cuidados de saúde primários. Esta evolução permitirá seguramente contribuir para a diferenciação e para a melhoria da qualidade na prestação de cuidados de saúde oral aos cidadãos, bem como aumentar a segurança e estabilidade dos profissionais e das equipas onde se encontram inseridos.”

Este grupo de trabalho funcionará na dependência do Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, e será constituído por um representante da Administração Central do Sistema de Saúde, um representante da Ordem dos Médicos Dentistas, um representante da Direção-Geral da Saúde e um representante da Coordenação Nacional para a Reforma do Serviço Nacional de Saúde, na área dos cuidados de saúde primários.